quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Fim da ditadura da magreza na moda

"Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda...Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país. Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia."

Este é um trecho do excelente artigo escrito por Alcino Leite Neto, editor de moda do Jornal Folha de São Paulo. Parte da cobertura da SPFW, a São Paulo Fashion Week, importante evento do calendário mundial da moda, a análise destaca que o sacrifício físico das modelos deve ter um fim. Alcino lembra que moda combina com beleza e saúde e não com doença. Doença, sim, é o que estas modelos magérrimas desfilam pelas passarelas do Brasil e do mundo, ao ponto disto chamar mais a atenção que as próprias criações.

Há algum tempo, se esboçou uma tímida reação sobre o fim da ditadura da magreza na moda e mais uma vez o assunto caiu no esquecimento. Isto tem que acabar. Somente os agentes e estilistas de moda podem mudar essa realidade, mas todos podem protestar contra esse absurdo e exigir a mudança dos padrões.

Qual sua opinião sobre o assunto?

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Mais uma vez, o importante trabalho do Brasil no Haiti

A embaixadora do Brasil junto às Nações Unidas, Maria Luiza Ribeiro Viotti, disse em entrevista à rádio ONU que está profundamente consternada com a situação do Haiti. Ela afirmou que engenheiros e militares brasileiros que atuam na Missão da ONU no país, Minustah, já estão auxiliando as equipes de resgate. Ouça:

http://www.spallnews.com/som.php?codigo=2819

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Proibir anúncios em TV, assunto sempre polêmico

Li hoje na BBC Brasil, mais uma notícia sobre assunto que me interessa por tratar do limite do Estado em interferir na vida das pessoas. O Parlamento da Espanha aprovou lei que proíbe a exibição na TV de anúncios que "exaltem o culto ao corpo" das 6h às 22h.
Estão na mira anúncios de produtos de emagrecimento, tratamentos de beleza e cirurgias estéticas, que, na visão dos parlamentares, associam a imagem de sucesso com a de padrões físicos e representam influências negativas para crianças e jovens.
Segundo o governo, a lei também ajudará a evitar a propagação de transtornos como a anorexia e a bulimia. A nova medida livra apenas os alimentos descritos como “baixos em calorias” ou “light”.
Dá para entender o tamanho da reação das indústrias e do mercado publicitário, anunciantes
ameaçam recorrer a tribunais internacionais. As campanhas publicitárias do setor arrecadam mais de 500 milhões de euros por ano na Espanha, segundo dados do Ministério de Indústria.
A primeira pergunta: o governo está abusando do direito de legislar e interferindo na vida das pessoas?
O governo insiste no argumento da defesa dos menores. Por isso, a lei de audiovisual restringe ainda os anúncios de cigarros, álcool, pornografia e jogos de azar, além de filmes, séries e propagandas com “violência gratuita”, que só podem aparecer nas telinhas entre 22h e 6h da manhã.
A decisão do Estado tem o apoio de instituições como a Associação de Usuários de Comunicação e a Confederação Espanhola de Pais e Mães de Alunos.
Acredito que temos que escolher que sociedade queremos, que valores vamos priorizar e que interesse vamos defender. Em frente da TV está todo tipo de consumidor, incluindo crianças e adolescentes cada vez mais preocupados com a estética da magreza muitas vezes dissociada da questão da saúde. A TV presta um serviço, pagamos por isso e precisamos exigir a qualidade desse serviço, do conteúdo dos programas aos comerciais veiculados. Quem vai pagar essa conta é assunto sim do Estado. Esse é meu ponto de vista.
E você que opinião tem sobre o assunto?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Prostitutas dinamarquesas oferecem sexo grátis

Fazer sexo com prostitutas sem pagar nada, claro que é uma forma de protesto. A história começou por causa de uma campanha do governo local para que os turistas não usem esse tipo de serviço. Isso tudo está acontecendo em Copenhague. Os participantes da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas podem ter diversão gratuita com as prostitutas da Organização Dinamarquesa das Trabalhadoras do Sexo.

Elas dizem que a campanha é preconceituosa e que é falsa a idéia de que grandes eventos aumentam a procura. Foram distribuídos cartões postais com a mensagem “Seja sustentável: não compre sexo”. As prostitutas vão aceitar esses cartões como forma de pagamento por um programa.

Acredito que o mais apropriado seria uma campanha sobre o sexo seguro. A prostituição é legal no país e existe como qualquer outro negócio, sustentável ou não. O melhor para toda sociedade seria o esclarecimento através de campanhas que estimulem a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Organização é tudo!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Prefeitura de São Paulo lança "Oficina Repórter Comunidade"

O prefeito Gilberto Kassab participou da assinatura do Termo de Compromisso entre a Prefeitura de São Paulo e a NET, para oferecer oficinas de mídia e comunicação gratuitamente na Incubadora de Projetos Sociais da administração municipal. O pilar do projeto é a oficina Repórter Comunidade, que oferecerá aulas de jornalismo, fotografia, vídeo e mídias digitais. Ouça o repórter do SP ALL NEWS, Elder Ferrari e conheça mais detalhes desse projeto:

http://www.spallnews.com/som.php?codigo=2346

Muito oportuno estimular a participação da comunidade, formação e informação ao alcance de todos os interessados. Você gosta da idéia? Participe aqui do blog e comente essa notícia.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Sistema Ômega: a mais nova arma da Polícia Civil de São Paulo

Um arquivo secreto, de uso exclusivo, com banco de dados capaz de rastrear todas as informações dos cidadãos e identificar impressões digitais, fotos e voz. Essa é a principal ferramenta do serviço de inteligência da Polícia Civil de São Paulo. O sistema Ômega foi desenvolvido por uma empresa brasileira para investigar, combater e mapear o crime no Estado.



Policiais com senha autorizada podem consultar, simultaneamente, 12 bases de dados. A rede integrada contém informações de cadastros civil, criminal, de armas, carros roubados e furtados, da Junta Comercial, Disque Denúncia, Delegacia Eletrônica e Departamento de Trânsito. A ferramenta permite acessar, ainda, o Infocrim (informações criminais), mapas e o sistema de identificação biométrica Phoenix, que traz impressões digitais, gravações de voz e fotos de suspeitos.



O sistema Ômega começou a ser desenvolvido em 2003. Na época de sua implementação, o delegado André Dahmer era assistente da Divisão de Tecnologia da Informação do Departamento de Inteligência da Polícia Civil. Ele diz que, antes do Ômega, só era possível pesquisar base por base.



Se um policial quer descobrir a placa de um veículo e só sabe duas letras, a ferramenta faz a leitura e cruza informações até obter o dado completo. O Ômega também identifica o dono do carro, endereço, telefone, se ele tem empresa e imóvel e antecedentes criminais. O sistema identifica ainda se o preso tem parceiros, se os mesmos cumpriram pena, qual foi a condenação, local da prisão e cela. Nomes de foragidos aparecem nas consultas e sua identificação se torna mais fácil. A polícia descobre até dados de parentes e vizinhos.



Segundo o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública, o sistema deverá ser integrado a todas as polícias do país. Hoje, nem a Polícia Federal nem a Agência Brasileira de Informações (Abin) têm o sistema Ômega.



Um sistema de investigação que o primeiro mundo dispõem há muito tempo é o que a Polícia Civil de São Paulo terá à disposição a partir de agora. Muito bom que essa tecnologia tenha sido desenvolvida aqui no país e que seja utilizada de forma integrada. Violência e crime devem ser combatidos com inteligência, sem dúvida.



As informações são do Jornal da Tarde.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Música clássica de graça nas escolas de São Paulo

O Instituto Callis iniciou suas atividades em janeiro de 2004, com a missão de formar e informar crianças, jovens e educadores, na cidade de São Paulo, por meio da cultura. Entre os projetos está o Camerata Callis que leva música clássica de graça para as escolas. Para contar um pouco mais da história e dos projetos do Instituto Callis, eu conversei com o coordenador de projetos Ailton Guedes. Acredito que entre as funções do jornalista também está o de propagar boas idéias, projetos importantes para a sociedade, como esse. Cultura e esporte desde cedo nas escolas, intenção melhor é impossível. Não importa o tipo de esporte ou se a música é popular, brasileira ou erudita. Fundamental para a formação das crianças é o incentivo desde cedo. Então curta a entrevista e o trecho de "Berceuse" de Gabriel Fauré que serve de inspiração:



http://www.spallnews.com/som.php?codigo=1972



Mais detalhes no site do Instituto Callis: www.institutocallis.org.br ou pelo telefone (11) 3068.5600.