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terça-feira, 28 de julho de 2009
Secretaria de Saúde recomenda o adiamento da volta às aulas em São Paulo
Como já estava previsto, a Secretaria de Estado da Saúde decidiu nesta terça-feira recomendar às escolas públicas e privadas que adiem o retorno das aulas para o próximo dia 17 de agosto. A medida tem como objetivo reduzir a transmissão do vírus influenza A H1N1 no Estado de São Paulo.
A recomendação é válida para todos os estabelecimentos de ensino, entre eles escolas de educação infantil, ensinos fundamental e médio, além de universidades.
A decisão de indicar a ampliação das férias escolares foi tomada depois de análise das recomendações e avaliações da Organização Mundial da Saúde a respeito da propagação do vírus entre estudantes e de recorrentes relatos sobre o aumento expressivo do número de crianças e adolescentes atendidas nos pronto-socorros paulistas devido a problemas respiratórios.
A Secretaria também reafirma a orientação à população para que mantenham as medidas de higiene, como lavar as mãos com frequência e cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirar. É fundamental ainda que pessoas com sintoma de gripe fiquem em casa, repousando.
Até o momento, o Estado de São Paulo registra 27 óbitos de pacientes infectados pelo vírus influenza A.
A recomendação é válida para todos os estabelecimentos de ensino, entre eles escolas de educação infantil, ensinos fundamental e médio, além de universidades.
A decisão de indicar a ampliação das férias escolares foi tomada depois de análise das recomendações e avaliações da Organização Mundial da Saúde a respeito da propagação do vírus entre estudantes e de recorrentes relatos sobre o aumento expressivo do número de crianças e adolescentes atendidas nos pronto-socorros paulistas devido a problemas respiratórios.
A Secretaria também reafirma a orientação à população para que mantenham as medidas de higiene, como lavar as mãos com frequência e cobrir o nariz e a boca quando tossir ou espirar. É fundamental ainda que pessoas com sintoma de gripe fiquem em casa, repousando.
Até o momento, o Estado de São Paulo registra 27 óbitos de pacientes infectados pelo vírus influenza A.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Governo bate recorde de expulsões de servidores envolvidos em corrupção
No mês passado, 43 funcionários foram afastados definitivamente da máquina pública, elevando para 2.179 o número de expulsões de servidores feitas pelo governo desde 2003.
O resultado é, sem dúvida, fruto do empenho do governo e especialmente da atitude de quem resolve denunciar a irregularidade. Apesar do servidor perder o cargo que ocupava, raramente é punido pela justiça.
Na minha opinião, cada um deve fazer sua parte nesse processo de aperfeiçoamento das instituições públicas, inclusive o eleitor atento.
Ouça matéria completa no www.spallnews.com.br
O resultado é, sem dúvida, fruto do empenho do governo e especialmente da atitude de quem resolve denunciar a irregularidade. Apesar do servidor perder o cargo que ocupava, raramente é punido pela justiça.
Na minha opinião, cada um deve fazer sua parte nesse processo de aperfeiçoamento das instituições públicas, inclusive o eleitor atento.
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terça-feira, 21 de julho de 2009
Após recomendação da OMS de suspensão de aulas, Ministério da Saúde ainda não tem plano para o retorno das aulas
Até o momento, o Ministério da Saúde não divulgou nenhuma recomendação às escolas em relação ao adiamento da volta às aulas como medida preventiva contra a nova gripe suína. A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou nesta terça-feira comunicado dizendo que os países deveriam considerar a suspensão das atividades escolares para controlar a difusão da gripe suína.
De acordo com o porta-voz da OMS, o fechamento de escolas é uma das medidas de mitigação que poderiam ser consideradas pelos países. No entanto, ele salienta que, uma vez que os países enfrentam a pandemia em diferentes níveis e em diferentes momentos, caberia somente a eles considerar quais medidas seriam adequadas. Em artigo publicado numa revista especializada, pesquisadores britânicos disseram que os governos precisam preparar planos sobre quando e como fechar escolas em caso de agravamento da epidemia.
Segundo a assessoria de imprensa do MEC, a pasta está trabalhando em parceria como o Ministério da Saúde. Se houver ações do ministério, elas serão em âmbito federal. As redes estaduais e municipais trabalharão em parceria com suas secretarias de saúde e têm autonomia para decidir que ação tomar. Pode ser que tenhamos de fato que seguir a recomendação e agir em breve.
A assessoria do Conselho Nacional de Secretários de Educação diz que a organização ainda não tem nenhuma orientação específica e aguarda comunicados oficiais dos ministérios da saúde e da educação. Em São Paulo, a gripe suína afetou pelo menos 18 instituições de ensino, que tiveram que antecipar o início das férias de julho.
Segundo a agência sanitária da ONU, a pandemia do vírus H1N1 é a de mais rápido avanço na história. A prioridade agora deve ser o enfoque nas medidas de diminuição de transmissão e na localização de padrões aberrantes de transmissão.
De acordo com o porta-voz da OMS, o fechamento de escolas é uma das medidas de mitigação que poderiam ser consideradas pelos países. No entanto, ele salienta que, uma vez que os países enfrentam a pandemia em diferentes níveis e em diferentes momentos, caberia somente a eles considerar quais medidas seriam adequadas. Em artigo publicado numa revista especializada, pesquisadores britânicos disseram que os governos precisam preparar planos sobre quando e como fechar escolas em caso de agravamento da epidemia.
Segundo a assessoria de imprensa do MEC, a pasta está trabalhando em parceria como o Ministério da Saúde. Se houver ações do ministério, elas serão em âmbito federal. As redes estaduais e municipais trabalharão em parceria com suas secretarias de saúde e têm autonomia para decidir que ação tomar. Pode ser que tenhamos de fato que seguir a recomendação e agir em breve.
A assessoria do Conselho Nacional de Secretários de Educação diz que a organização ainda não tem nenhuma orientação específica e aguarda comunicados oficiais dos ministérios da saúde e da educação. Em São Paulo, a gripe suína afetou pelo menos 18 instituições de ensino, que tiveram que antecipar o início das férias de julho.
Segundo a agência sanitária da ONU, a pandemia do vírus H1N1 é a de mais rápido avanço na história. A prioridade agora deve ser o enfoque nas medidas de diminuição de transmissão e na localização de padrões aberrantes de transmissão.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Um em cada quatro homens da África do Sul já violentou uma mulher
Li a notícia no G1 e fiquei muito impressionada com os números. Um em cada quatro homens da África do Sul já forçou uma mulher a praticar sexo, segundo estudo do Centro de Pesquisa de Gênero e Saúde de Pretória. E cerca de 10% deles admitiram ter feito com jovens menores de 10 anos. Rachel Jewkes, uma das pesquisadoras à frente do estudo, explicou que o trabalho é importante para ajudar o país a prevenir os crimes. Mesmo com algumas das violações sendo denunciadas à polícia, o problema persiste. Apenas em 2007, segundo a polícia, foram registrados 52.617 casos em todo o país.
A estimativa é de que ocorra um abuso sexual a cada 26 segundos. Segundo a Simelela, ONG criada em 2003 para dar apoio às vítimas de abuso sexual, na área que abriga entre um milhão e dois milhões de pessoas, 41% das mulheres que sofrem violação têm menos de 14 anos. De acordo com os registros da organização, a vítima mais nova tinha um ano, e a mais velha, 76. Na maioria dos casos, o inimigo está dentro da própria casa. Um em cada dez estupros é cometido por alguém da família e 40% dos abusos acontecem na casa da vítima. Em lugares abertos, ocorrem 35% dos casos.
Como arma principal, os criminosos elegem a ameaça psicológica, presente em 65 % dos casos. Armas como facas, punhais e até tijolos são usadas em 41% dos casos. Outro componente muito comum é o estupro coletivo. Segundo a organização, um quarto dos casos envolve mais de um abusador. Para dar apoio às vítimas, a ONG tem um telefone 0800 e funciona 24 horas, sete dias por semana. O centro tem como objetivo educar a comunidade por meio de palestras, dar suporte aos sobreviventes, reduzir o trauma e prevenir o HIV.
Por isso, as vítimas recebem, até 72 horas após o abuso, medicamentos anti-HIV, cuidados de emergência, assistência psicológica e incentivo à denúncia, visando reduzir a impunidade -menos de 30% dos abusadores são presos. Segundo a polícia, apenas 6,2% dos suspeitos de qualquer crime chegam à condenação. O uso do álcool e de drogas também está associado aos casos de violência sexual, segundo a pesquisa. A proporção é de um em cada três casos registrados. Segundo o estudo, os homens negros eram mais propensos ao estupro, ao lado dos de baixa renda mensal. Homens que viveram sem presença paterna também estavam entre os mais propensos a violar. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados foram abusados e 40% foram abusados e abusaram.
Outros consequências são exclusão social, trauma e depressão que atingem grande parte das vítimas. De acordo com o Unaids (Programa das Nações Unidas para Aids), há 2,5 vezes mais mulheres contaminadas do que os homens, justamente devido ao sexo forçado. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o sexo com violência freqüentemente pode provocar ferrimentos, o que facilita a entrada do vírus.
Vou diretamente ao óbvio: isso é uma violação dos direitos humanos, uma vergonha para os governos, para homens, mulheres e crianças que lutam pela sobrevivência física e moral. Tanto trabalho pela frente como prevenir doenças, aliviar a dor das vítimas e o mais difícil, o trabalho de esclarecimento para que a mudança de comportamento aconteça.
A estimativa é de que ocorra um abuso sexual a cada 26 segundos. Segundo a Simelela, ONG criada em 2003 para dar apoio às vítimas de abuso sexual, na área que abriga entre um milhão e dois milhões de pessoas, 41% das mulheres que sofrem violação têm menos de 14 anos. De acordo com os registros da organização, a vítima mais nova tinha um ano, e a mais velha, 76. Na maioria dos casos, o inimigo está dentro da própria casa. Um em cada dez estupros é cometido por alguém da família e 40% dos abusos acontecem na casa da vítima. Em lugares abertos, ocorrem 35% dos casos.
Como arma principal, os criminosos elegem a ameaça psicológica, presente em 65 % dos casos. Armas como facas, punhais e até tijolos são usadas em 41% dos casos. Outro componente muito comum é o estupro coletivo. Segundo a organização, um quarto dos casos envolve mais de um abusador. Para dar apoio às vítimas, a ONG tem um telefone 0800 e funciona 24 horas, sete dias por semana. O centro tem como objetivo educar a comunidade por meio de palestras, dar suporte aos sobreviventes, reduzir o trauma e prevenir o HIV.
Por isso, as vítimas recebem, até 72 horas após o abuso, medicamentos anti-HIV, cuidados de emergência, assistência psicológica e incentivo à denúncia, visando reduzir a impunidade -menos de 30% dos abusadores são presos. Segundo a polícia, apenas 6,2% dos suspeitos de qualquer crime chegam à condenação. O uso do álcool e de drogas também está associado aos casos de violência sexual, segundo a pesquisa. A proporção é de um em cada três casos registrados. Segundo o estudo, os homens negros eram mais propensos ao estupro, ao lado dos de baixa renda mensal. Homens que viveram sem presença paterna também estavam entre os mais propensos a violar. Segundo a pesquisa, 54% dos entrevistados foram abusados e 40% foram abusados e abusaram.
Outros consequências são exclusão social, trauma e depressão que atingem grande parte das vítimas. De acordo com o Unaids (Programa das Nações Unidas para Aids), há 2,5 vezes mais mulheres contaminadas do que os homens, justamente devido ao sexo forçado. Segundo a Organização Mundial da Saúde, o sexo com violência freqüentemente pode provocar ferrimentos, o que facilita a entrada do vírus.
Vou diretamente ao óbvio: isso é uma violação dos direitos humanos, uma vergonha para os governos, para homens, mulheres e crianças que lutam pela sobrevivência física e moral. Tanto trabalho pela frente como prevenir doenças, aliviar a dor das vítimas e o mais difícil, o trabalho de esclarecimento para que a mudança de comportamento aconteça.
domingo, 19 de julho de 2009
Nova gripe: governo britânico divulga alerta para grávidas
Há vários meses que convivemos com essa realidade. A cada dia mais informações e, é claro, com o vertiginoso crescimento do número de casos da doença vem a necessidade de atenção com a saúde dos mais vulneráveis.
O governo britânico aconselha mulheres grávidas e pais com filhos menores de cinco anos de idade que evitem multidões e viagens desnecessárias no transporte público para reduzir o risco de contaminação pela gripe suína. As orientações do governo estão sendo relançadas neste domingo, depois que uma mulher que havia contraído o vírus morreu pouco depois de dar à luz.
Representantes do Royal College of General Practioners, que reúne clínicos gerais, disseram ao jornal britânico The Observer que esta foi uma "reação desproporcionada". O Ministério da Saúde afirma que o conselho é para que os casais planejem a gravidez cuidadosamente, mas que não há qualquer recomendação para adiar a gravidez.
As orientações do Ministério da Saúde se baseiam nas recomendações do Royal College of Midwives, que reúne parteiras envolvidas no acompanhamento pré-natal e nascimento de grande parte dos bebês na Grã-Bretanha. Até agora, 29 pessoas morreram por causa da gripe suína na Grã-Bretanha.
No Brasil, a décima primeira vítima fatal da gripe evidencia, segundo o ministro José Gomes Temporão, que o vírus da nova gripe circula no país. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, que é do dia 15, foram notificados 1175 casos. Na próxima semana, uma remessa de 50 mil doses do antiviral oseltamivir chegará ao país.
O governo britânico aconselha mulheres grávidas e pais com filhos menores de cinco anos de idade que evitem multidões e viagens desnecessárias no transporte público para reduzir o risco de contaminação pela gripe suína. As orientações do governo estão sendo relançadas neste domingo, depois que uma mulher que havia contraído o vírus morreu pouco depois de dar à luz.
Representantes do Royal College of General Practioners, que reúne clínicos gerais, disseram ao jornal britânico The Observer que esta foi uma "reação desproporcionada". O Ministério da Saúde afirma que o conselho é para que os casais planejem a gravidez cuidadosamente, mas que não há qualquer recomendação para adiar a gravidez.
As orientações do Ministério da Saúde se baseiam nas recomendações do Royal College of Midwives, que reúne parteiras envolvidas no acompanhamento pré-natal e nascimento de grande parte dos bebês na Grã-Bretanha. Até agora, 29 pessoas morreram por causa da gripe suína na Grã-Bretanha.
No Brasil, a décima primeira vítima fatal da gripe evidencia, segundo o ministro José Gomes Temporão, que o vírus da nova gripe circula no país. Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, que é do dia 15, foram notificados 1175 casos. Na próxima semana, uma remessa de 50 mil doses do antiviral oseltamivir chegará ao país.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Número de sedentários cai 72% em São Paulo, segundo pesquisa
Uma pesquisa realizada pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, por meio do Programa Agita São Paulo, apontou que o número de pessoas que se dizem sedentárias, ou seja, que não praticam nenhum tipo de atividade física, caiu 72% nos últimos seis anos.
De acordo com o estudo, em 2002, 9,6% dos paulistas disseram que não faziam exercício nenhum. Já em 2008, o índice foi de 2,7%. A pesquisa foi feita em 25 municípios e ouviu 8 mil pessoas entre 14 e 88 anos.
O estudo também apontou um crescimento significativo no índice de paulistas que se dizem praticantes ativos de exercícios físicos. São considerados ativos aqueles que fazem pelo menos 30 minutos de atividades físicas moderadas cinco vezes por semana. De 46,1%, em 2002, esse grupo passou para 66,7%, no ano passado. O aumento foi de 44,68%.
No mesmo período, subiu de 7% para 15,7% o índice de pessoas que se consideram muito ativas, ou seja, que se exercitam por pelos menos 30 minutos diários e ainda praticam alguma atividade vigorosa.
Já entre os que se exercitam de maneira irregular, pelo menos 30 minutos duas ou três vezes por semana, o índice caiu 41,05%. Em 2002, eles representavam 38% dos entrevistados. Em 2008, caiu para 22,4%.
Se as respostas obtidas forem condizentes com a realidade, a conscientização começa a mostrar resultados. Prevenção está na ordem do dia!
De acordo com o estudo, em 2002, 9,6% dos paulistas disseram que não faziam exercício nenhum. Já em 2008, o índice foi de 2,7%. A pesquisa foi feita em 25 municípios e ouviu 8 mil pessoas entre 14 e 88 anos.
O estudo também apontou um crescimento significativo no índice de paulistas que se dizem praticantes ativos de exercícios físicos. São considerados ativos aqueles que fazem pelo menos 30 minutos de atividades físicas moderadas cinco vezes por semana. De 46,1%, em 2002, esse grupo passou para 66,7%, no ano passado. O aumento foi de 44,68%.
No mesmo período, subiu de 7% para 15,7% o índice de pessoas que se consideram muito ativas, ou seja, que se exercitam por pelos menos 30 minutos diários e ainda praticam alguma atividade vigorosa.
Já entre os que se exercitam de maneira irregular, pelo menos 30 minutos duas ou três vezes por semana, o índice caiu 41,05%. Em 2002, eles representavam 38% dos entrevistados. Em 2008, caiu para 22,4%.
Se as respostas obtidas forem condizentes com a realidade, a conscientização começa a mostrar resultados. Prevenção está na ordem do dia!
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