Entrou em vigor a lei que altera o Programa de Silêncio Urbano da prefeitura de São Paulo. A proposta do vereador Carlos Apolinário, do DEM, vetada pelo prefeito Kassab no ano passado, foi aprovada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial. Entre as alterações, está a redução do valor das multas, que passa de 4 a 17 mil reais para no máximo 8 mil reais.Também haverá mudança no local da medição, que agora passa a ser feita no local de onde partir a reclamação. A ação deverá ser feita na presença do denunciante, do denunciado e de testemunhas, não haverá mais denúncias anônimas. O estabelecimento fora da lei passará a ter 90 dias para se adaptar.
Não dá para entender o porquê de piorar o que estava funcionando razoavelmente. Pensando melhor, só mesmo para defender interesses específicos em lugar do bem estar da população geral. A cidade de São Paulo está cada vez mais barulhenta, uma mistura de sons que vem de obras espalhadas por todo canto nesse ano eleitoral, da falta de bom senso de motoristas afoitos que não pensam duas vezes para buzinar. Isso tudo sem falar do derespeito à lei do silêncio nas mais diversas formas. São vizinhos barulhentos, igrejas evangélicas e bares.
Além de diminuir o valor da multa, inibe a denúncia na medida em que é possível sofrer represálias. Não dá para aceitar, o jeito é reclamar e prestar atenção em quem trabalha contra os interesses da maioria.
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quarta-feira, 17 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
AIDS, violência contra a mulher e preconceito
A infecção pelo vírus HIV se transformou na principal causa de mortes e doenças de mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 49 anos) no mundo. A Unaids advertiu que até 70% das mulheres no mundo sofrem violência que prejudica a capacidade de negociar relações sexuais seguras com seus parceiros. Elas podem estar sendo forçadas a fazer sexo sem preservativo, o que aumenta a chance de contaminação.
De acordo com a Unaids, em dezembro de 2008, dos 33 milhões e 400 mil pessoas que viviam com o HIV no mundo, quase a metade mulheres. Na África subsaariana, 60% das pessoas que tem o HIV são do sexo feminino. Na África do Sul, mulheres jovens têm probabilidade três vezes maior de ser infectadas com o HIV do que os jovens. Segundo a ONU, cerca de 30 anos depois do início da epidemia do vírus, os serviços para portadores não atendem de forma adequada as necessidades específicas de mulheres e adolescentes.
O plano lançado pela agência especificou alguns pontos de ação para que a ONU possa trabalhar junto com governos de vários países, sociedade civil e outros parceiros: a melhora na coleta de informações e análise de como a epidemia afeta mulheres e a garantia de que a questão da violência contra a mulher seja incluída nos programas de prevenção do HIV. O Brasil e vários outros países da América do Sul, da África e da Europa participam da iniciativa.
Depois de ler a matéria na BBC e analisar o assunto, acredito que a dominação masculina sobre a mulher em sociedades mais atrasadas, a falta de formação educacional e as insipientes políticas públicas para mulheres nos países pobres levam ao atraso na mudança de comportamento que se perpetua de geração para geração. Apesar do Brasil ser exemplo para outros países no tratamento oferecido aos portadores do vírus, aqui também certos costumes precisam mudar.
A mulher brasileira parece ser mais liberal, mas ainda não sabe impor sua vontade durante as relações sexuais. Entre outras coisas, ela não obriga o homem a usar a camisinha e confia no parceiro ou na estabilidade da relação. Na verdade, ela foge do enfrentamento, desse tipo de discussão. Por que é tão difícil mudar? Porque ainda é difícil falar de sexo sem preconceitos.
E você, o que pensa sobre a assunto?
De acordo com a Unaids, em dezembro de 2008, dos 33 milhões e 400 mil pessoas que viviam com o HIV no mundo, quase a metade mulheres. Na África subsaariana, 60% das pessoas que tem o HIV são do sexo feminino. Na África do Sul, mulheres jovens têm probabilidade três vezes maior de ser infectadas com o HIV do que os jovens. Segundo a ONU, cerca de 30 anos depois do início da epidemia do vírus, os serviços para portadores não atendem de forma adequada as necessidades específicas de mulheres e adolescentes.
O plano lançado pela agência especificou alguns pontos de ação para que a ONU possa trabalhar junto com governos de vários países, sociedade civil e outros parceiros: a melhora na coleta de informações e análise de como a epidemia afeta mulheres e a garantia de que a questão da violência contra a mulher seja incluída nos programas de prevenção do HIV. O Brasil e vários outros países da América do Sul, da África e da Europa participam da iniciativa.
Depois de ler a matéria na BBC e analisar o assunto, acredito que a dominação masculina sobre a mulher em sociedades mais atrasadas, a falta de formação educacional e as insipientes políticas públicas para mulheres nos países pobres levam ao atraso na mudança de comportamento que se perpetua de geração para geração. Apesar do Brasil ser exemplo para outros países no tratamento oferecido aos portadores do vírus, aqui também certos costumes precisam mudar.
A mulher brasileira parece ser mais liberal, mas ainda não sabe impor sua vontade durante as relações sexuais. Entre outras coisas, ela não obriga o homem a usar a camisinha e confia no parceiro ou na estabilidade da relação. Na verdade, ela foge do enfrentamento, desse tipo de discussão. Por que é tão difícil mudar? Porque ainda é difícil falar de sexo sem preconceitos.
E você, o que pensa sobre a assunto?
terça-feira, 2 de março de 2010
Vencedoras do Troféu Mulher Imprensa 2010
Depois da indicação de um júri especializado em cada mídia, que determinou as finalistas em 14 categorias, e um mês de votações abertas aos internautas do Portal IMPRENSA, chegou ao final mais uma edição do "Troféu Mulher Imprensa", que comemora a marca de mais de 40 mil votos validados. A característica mais marcante desta sexta edição foi, certamente, a disputa acirrada e o resultado apertado verificado na maior parte das categorias.
As vencedoras ganharão troféu comemorativo, em evento especial a ser realizado no próximo dia 08 de março, "Dia Internacional da Mulher". Até a data da festa, serão publicados dia-a-dia perfis das finalistas e depoimentos de colegas de profissão no Portal IMPRENSA e também no hot site especial do prêmio. As vencedoras:
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Taís Lobo - A4 Comunicação - 19,20%
DIRETORA DE REDAÇÃO
Claudia Vassalo - Revista Exame - 23,40%
FOTOJORNALISMO
Lenise Pinheiro - fotógrafa freelancer - 37,88%
IMPRESSO - REPÓRTER DE JORNAL
Renata Cafardo - O Estado de S. Paulo - 32,91%
IMPRESSO - REPÓRTER DE REVISTA
Eliane Brum - Época - 23,14%
IMPRESSO - COLUNISTA
Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo - 35,13%
RÁDIO - ÂNCORA DE RÁDIO
Daniela Florenzano - Rádio SulAmérica Trânsito - 31,89%
RÁDIO - REPÓRTER DE RÁDIO
Carolina Ercolin - Rádio Bandeirantes - 39,76%
RÁDIO - COMENTARISTA/COLUNISTA DE RÁDIO
Lucia Hippolito - CBN - 25,00%
TV - ÂNCORA DE TELEJORNAL
Ticiana Villas Boas - "Jornal da Band" - Band - 21,21%
TV - REPÓRTER DE TELEJORNAL
Monalisa Perrone - TV Globo - 27,93%
TV - COMENTARISTA/COLUNISTA TV
Miriam Leitão - TV Globo - 32,76%
WEB - REPÓRTER SITE NOTÍCIAS
Daniela Braun - IDG NOW! - 22,91%
WEB - JORNALISTA MÍDIAS SOCIAIS
Rosana Hermann - Blog Querido Leitor - 24,97%
Parabenizo todas as finalistas e também as vencedoras. Concorri pelo quarto ano consecutivo (este ano representando a Rádio Cultura FM), ganhei dois Troféus como melhor âncora de rádio em 2008 e 2009 (pela Rádio CBN) e estou muito orgulhosa de perceber que a cada ano a disputa é maior, reflexo da nossa participação nessa sociedade. Agradeço a torcida e os votos recebidos que não foram poucos. Ano que vem tem mais.
As vencedoras ganharão troféu comemorativo, em evento especial a ser realizado no próximo dia 08 de março, "Dia Internacional da Mulher". Até a data da festa, serão publicados dia-a-dia perfis das finalistas e depoimentos de colegas de profissão no Portal IMPRENSA e também no hot site especial do prêmio. As vencedoras:
ASSESSORIA DE IMPRENSA
Taís Lobo - A4 Comunicação - 19,20%
DIRETORA DE REDAÇÃO
Claudia Vassalo - Revista Exame - 23,40%
FOTOJORNALISMO
Lenise Pinheiro - fotógrafa freelancer - 37,88%
IMPRESSO - REPÓRTER DE JORNAL
Renata Cafardo - O Estado de S. Paulo - 32,91%
IMPRESSO - REPÓRTER DE REVISTA
Eliane Brum - Época - 23,14%
IMPRESSO - COLUNISTA
Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo - 35,13%
RÁDIO - ÂNCORA DE RÁDIO
Daniela Florenzano - Rádio SulAmérica Trânsito - 31,89%
RÁDIO - REPÓRTER DE RÁDIO
Carolina Ercolin - Rádio Bandeirantes - 39,76%
RÁDIO - COMENTARISTA/COLUNISTA DE RÁDIO
Lucia Hippolito - CBN - 25,00%
TV - ÂNCORA DE TELEJORNAL
Ticiana Villas Boas - "Jornal da Band" - Band - 21,21%
TV - REPÓRTER DE TELEJORNAL
Monalisa Perrone - TV Globo - 27,93%
TV - COMENTARISTA/COLUNISTA TV
Miriam Leitão - TV Globo - 32,76%
WEB - REPÓRTER SITE NOTÍCIAS
Daniela Braun - IDG NOW! - 22,91%
WEB - JORNALISTA MÍDIAS SOCIAIS
Rosana Hermann - Blog Querido Leitor - 24,97%
Parabenizo todas as finalistas e também as vencedoras. Concorri pelo quarto ano consecutivo (este ano representando a Rádio Cultura FM), ganhei dois Troféus como melhor âncora de rádio em 2008 e 2009 (pela Rádio CBN) e estou muito orgulhosa de perceber que a cada ano a disputa é maior, reflexo da nossa participação nessa sociedade. Agradeço a torcida e os votos recebidos que não foram poucos. Ano que vem tem mais.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Fim da ditadura da magreza na moda
"Chegou a um nível irresponsável e escandaloso a magreza das modelos nas semanas brasileiras de moda...Para uma semana de moda, que postula um lugar forte na sociedade brasileira, é um disparate e uma afronta que ela exiba a decrepitude física como modelo a milhões de adolescentes do país. Para a moda como um todo, que vive do sonho de embelezar a existência, a forma como os agentes e os estilistas lidam com essas moças é não apenas cruel, mas uma blasfêmia. Eles, de fato, não estão afirmando a grandeza da vida, mas propagando a fraqueza e a moléstia."
Este é um trecho do excelente artigo escrito por Alcino Leite Neto, editor de moda do Jornal Folha de São Paulo. Parte da cobertura da SPFW, a São Paulo Fashion Week, importante evento do calendário mundial da moda, a análise destaca que o sacrifício físico das modelos deve ter um fim. Alcino lembra que moda combina com beleza e saúde e não com doença. Doença, sim, é o que estas modelos magérrimas desfilam pelas passarelas do Brasil e do mundo, ao ponto disto chamar mais a atenção que as próprias criações.
Há algum tempo, se esboçou uma tímida reação sobre o fim da ditadura da magreza na moda e mais uma vez o assunto caiu no esquecimento. Isto tem que acabar. Somente os agentes e estilistas de moda podem mudar essa realidade, mas todos podem protestar contra esse absurdo e exigir a mudança dos padrões.
Qual sua opinião sobre o assunto?
Este é um trecho do excelente artigo escrito por Alcino Leite Neto, editor de moda do Jornal Folha de São Paulo. Parte da cobertura da SPFW, a São Paulo Fashion Week, importante evento do calendário mundial da moda, a análise destaca que o sacrifício físico das modelos deve ter um fim. Alcino lembra que moda combina com beleza e saúde e não com doença. Doença, sim, é o que estas modelos magérrimas desfilam pelas passarelas do Brasil e do mundo, ao ponto disto chamar mais a atenção que as próprias criações.
Há algum tempo, se esboçou uma tímida reação sobre o fim da ditadura da magreza na moda e mais uma vez o assunto caiu no esquecimento. Isto tem que acabar. Somente os agentes e estilistas de moda podem mudar essa realidade, mas todos podem protestar contra esse absurdo e exigir a mudança dos padrões.
Qual sua opinião sobre o assunto?
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Mais uma vez, o importante trabalho do Brasil no Haiti
A embaixadora do Brasil junto às Nações Unidas, Maria Luiza Ribeiro Viotti, disse em entrevista à rádio ONU que está profundamente consternada com a situação do Haiti. Ela afirmou que engenheiros e militares brasileiros que atuam na Missão da ONU no país, Minustah, já estão auxiliando as equipes de resgate. Ouça:
http://www.spallnews.com/som.php?codigo=2819
http://www.spallnews.com/som.php?codigo=2819
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Proibir anúncios em TV, assunto sempre polêmico
Li hoje na BBC Brasil, mais uma notícia sobre assunto que me interessa por tratar do limite do Estado em interferir na vida das pessoas. O Parlamento da Espanha aprovou lei que proíbe a exibição na TV de anúncios que "exaltem o culto ao corpo" das 6h às 22h.
Estão na mira anúncios de produtos de emagrecimento, tratamentos de beleza e cirurgias estéticas, que, na visão dos parlamentares, associam a imagem de sucesso com a de padrões físicos e representam influências negativas para crianças e jovens.
Segundo o governo, a lei também ajudará a evitar a propagação de transtornos como a anorexia e a bulimia. A nova medida livra apenas os alimentos descritos como “baixos em calorias” ou “light”.
Dá para entender o tamanho da reação das indústrias e do mercado publicitário, anunciantes
ameaçam recorrer a tribunais internacionais. As campanhas publicitárias do setor arrecadam mais de 500 milhões de euros por ano na Espanha, segundo dados do Ministério de Indústria.
A primeira pergunta: o governo está abusando do direito de legislar e interferindo na vida das pessoas?
O governo insiste no argumento da defesa dos menores. Por isso, a lei de audiovisual restringe ainda os anúncios de cigarros, álcool, pornografia e jogos de azar, além de filmes, séries e propagandas com “violência gratuita”, que só podem aparecer nas telinhas entre 22h e 6h da manhã.
A decisão do Estado tem o apoio de instituições como a Associação de Usuários de Comunicação e a Confederação Espanhola de Pais e Mães de Alunos.
Acredito que temos que escolher que sociedade queremos, que valores vamos priorizar e que interesse vamos defender. Em frente da TV está todo tipo de consumidor, incluindo crianças e adolescentes cada vez mais preocupados com a estética da magreza muitas vezes dissociada da questão da saúde. A TV presta um serviço, pagamos por isso e precisamos exigir a qualidade desse serviço, do conteúdo dos programas aos comerciais veiculados. Quem vai pagar essa conta é assunto sim do Estado. Esse é meu ponto de vista.
E você que opinião tem sobre o assunto?
Estão na mira anúncios de produtos de emagrecimento, tratamentos de beleza e cirurgias estéticas, que, na visão dos parlamentares, associam a imagem de sucesso com a de padrões físicos e representam influências negativas para crianças e jovens.
Segundo o governo, a lei também ajudará a evitar a propagação de transtornos como a anorexia e a bulimia. A nova medida livra apenas os alimentos descritos como “baixos em calorias” ou “light”.
Dá para entender o tamanho da reação das indústrias e do mercado publicitário, anunciantes
ameaçam recorrer a tribunais internacionais. As campanhas publicitárias do setor arrecadam mais de 500 milhões de euros por ano na Espanha, segundo dados do Ministério de Indústria.
A primeira pergunta: o governo está abusando do direito de legislar e interferindo na vida das pessoas?
O governo insiste no argumento da defesa dos menores. Por isso, a lei de audiovisual restringe ainda os anúncios de cigarros, álcool, pornografia e jogos de azar, além de filmes, séries e propagandas com “violência gratuita”, que só podem aparecer nas telinhas entre 22h e 6h da manhã.
A decisão do Estado tem o apoio de instituições como a Associação de Usuários de Comunicação e a Confederação Espanhola de Pais e Mães de Alunos.
Acredito que temos que escolher que sociedade queremos, que valores vamos priorizar e que interesse vamos defender. Em frente da TV está todo tipo de consumidor, incluindo crianças e adolescentes cada vez mais preocupados com a estética da magreza muitas vezes dissociada da questão da saúde. A TV presta um serviço, pagamos por isso e precisamos exigir a qualidade desse serviço, do conteúdo dos programas aos comerciais veiculados. Quem vai pagar essa conta é assunto sim do Estado. Esse é meu ponto de vista.
E você que opinião tem sobre o assunto?
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Prostitutas dinamarquesas oferecem sexo grátis
Fazer sexo com prostitutas sem pagar nada, claro que é uma forma de protesto. A história começou por causa de uma campanha do governo local para que os turistas não usem esse tipo de serviço. Isso tudo está acontecendo em Copenhague. Os participantes da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas podem ter diversão gratuita com as prostitutas da Organização Dinamarquesa das Trabalhadoras do Sexo.
Elas dizem que a campanha é preconceituosa e que é falsa a idéia de que grandes eventos aumentam a procura. Foram distribuídos cartões postais com a mensagem “Seja sustentável: não compre sexo”. As prostitutas vão aceitar esses cartões como forma de pagamento por um programa.
Acredito que o mais apropriado seria uma campanha sobre o sexo seguro. A prostituição é legal no país e existe como qualquer outro negócio, sustentável ou não. O melhor para toda sociedade seria o esclarecimento através de campanhas que estimulem a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Organização é tudo!
Elas dizem que a campanha é preconceituosa e que é falsa a idéia de que grandes eventos aumentam a procura. Foram distribuídos cartões postais com a mensagem “Seja sustentável: não compre sexo”. As prostitutas vão aceitar esses cartões como forma de pagamento por um programa.
Acredito que o mais apropriado seria uma campanha sobre o sexo seguro. A prostituição é legal no país e existe como qualquer outro negócio, sustentável ou não. O melhor para toda sociedade seria o esclarecimento através de campanhas que estimulem a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids. Organização é tudo!
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